O último concurso agendado é em Março. Governo garante que depois haverá mais. O objectivo é manter a previsibilidade.
dúvida existia. Mesmo na estrutura. O Governo de António Costa ia adotar a mesma estratégia? As empresas poderão contar em 2017 com um calendário de concursos para aceder aos fundos estruturais? Ou regressar-se-ia ao modelo passado em que os concursos iam surgindo à medida que a máquina tinha capacidade de processar as candidaturas? A opção é política.
O ECO colocou a questão ao gabinete do ministro do Planeamento que tem a tutela dos fundos comunitários. A resposta foi: “O Governo mantém a intenção de continuar a publicar um calendário” para os concursos do Portugal 2020. “O objetivo é assegurar a previsibilidade para as empresas”, avançou fonte oficial do gabinete de Pedro Marques.
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